Importância social e econômica do seguro

Suponha que um segurado pague um prêmio de R$ 1.500,00 por uma apólice de seguro de automóveis contra roubo, colisão e danos a Terceiros.

Se não acontecer o sinistro, o segurado não ficará triste por ter pago R$1.500,00. Afinal, ele despendeu um valor relativamente pequeno que lhe permitiu se livrar de uma perda potencial grande. De fato, a seguradora pode ter que pagar R$ 50.000,00 se houver uma colisão com perda total e, quem sabe, R$ 300 mil se da colisão resulta um ferimento traumático a terceiro.

O mesmo vale para outras situações de risco, como por exemplo, uma empresa que está realizando investimentos elevados e quer se precaver contra riscos de incêndio na nova planta.

Essa aritmética só é possível porque a seguradora sabe, de antemão, que apenas uma proporção do total de segurados será sinistrada e, portanto, demandará indenização. E, no processo do seguro, ganham tanto segurados quanto seguradoras.

Assim, a disponibilidade do seguro incentiva a economia, pois o consumidor segurado tem tranquilidade para adquirir bens de valor mais alto, e o empresário segurado, por sua vez, confiança para realizar investimentos que podem exigir recursos vultosos, seus e de Terceiros.

Inversamente, sem seguro, é possível prever que diversas ações de consumo e investimento, principalmente as de maior valor e risco, não existiriam ou seriam em muito diminuídas, com prejuízos para o cidadão e a economia do país.

Fonte: Tudosobreseguros


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